O PASSIVO ESTRATOSFÉRICO DO NÁUTICO

Uma postura irresponsável e amadora praticada e admitida por todas as últimas gestões do nosso Clube Náutico Capibaribe, ao longo de décadas, alimentou um “monstro” que agora nos consome e ameaça até mesmo a nossa existência futura. Os passivos fiscal, tributário, trabalhista e previdenciário são dívidas que viraram bolas de neve, avalanches financeiras de dificílima equação. Trata-se de uma situação que não pode mais ser simplesmente ignorada nem pela direção do clube e muito menos pela torcida. Estamos no limite!!!

No limite de uma asfixia que mata. Que acaba com instituições, mesmo centenárias e tradicionais como o Náutico. Exemplos não faltam pelo Brasil a fora. E se ficarmos “só olhando” o quadro terminaremos por assistir um final de filme que jamais imaginamos para o nosso clube.

De todas as dívidas o passivo trabalhista é quem mais assombra. O grande aumento de receita ocorrido principalmente quando estávamos na Série A não foi gerenciado de modo a sanear as finanças do clube. Ao contrário, contratações de comissões técnicas e jogadores com salários fora da nossa realidade e sem planejamento algum fizeram o problema se multiplicar, atingindo patamares estratosféricos.

Esta é uma situação que o torcedor precisa estar consciente, pois coloca em risco a instituição. Os frequentes bloqueios e leilões da sede e do estádio podem sim se concretizar um dia e nosso patrimônio ser vendidos para pagar estas dívidas. Uma tragédia e a perda de nossos últimos símbolos.

As dívidas citadas acima transformaram-se num verdadeiro câncer, podendo fazer sucumbir todo patrimônio do clube, forjado por várias gerações nesses 116 anos de existência. Precisamos estancar essa realimentação das dívidas trabalhistas causadas pele crescente contratação de jogadores sem qualquer critério e dispensa sem pagamento de suas respectivas verbas rescisórias.

Ao mesmo tempo, temos que planejar o futebol dentro de uma realidade em que se possa pagar salários em dia e que não se gere mais nenhuma questão trabalhista. Planejar o futuro do clube e saneá-lo tem que ser uma meta e um preceito de todo alvirrubro de boa-fé.

É isso ou o fim.

2 comentários em “O PASSIVO ESTRATOSFÉRICO DO NÁUTICO

  1. Por mim pode fechar as portas com esses caras que estão dentro do clube. Muito sangue suga!
    Que outro grupo de pessoas corretas e sérias abram outro náutico ou outro time que seja outra potência de Recife e que seja bem administrado e é que tenha competitividade dentro dos campeonatos que disputar assim como o ex pequeno Grande chapecoense que não tem nem 20 anos de existência e já tem grandes conquistas e títulos de expressão. Faz um tempo que não vou aos jogos do CNC, desde aquele vergonhoso 2×0 pro pequenino Oeste de Itápolis, como o time faz uma campanha crescente e aguerrida daquela e a diretoria deixa atrasar 3 messes de salários a jogadores que se esforçaram pra colocar o time na elite do futebol brasileiro. Infelizmente isso é de uma incompetência MAIÚSCULA desses diretores amadores que estão fazendo que esse time acabe se tornando um clube medíocre do interior. Hoje o Salgueiro é mais clube que o náutico, doi muito falar isso, pois vou ao campo desse meus 5 anos de idade e já fui atleta da base, meu coração sempre será do Timbu coroado, mais só voltarei a campo e a torcer pelo CNC quando o mesmo voltar a ser aquele náutico de Nado, baiano, Kuki, kieza entre outros….
    Marcos Antonio!
    ⚽⚽⚽⚽⚽⚽🔴⚪🔴⚪🔴⚪

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